sábado, 2 de setembro de 2017

Cientistas questionam técnica que corrige em embriões humanos genes causadores de doenças

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Uma equipe de cientistas liderada por Dieter Egli, da Universidade de Columbia em Nova Yorke, está questionando os resultados apresentados pelo biólogo reprodutivo Shoukhrat Mitalipov, da Oregon Health and Science University em Portland, publicado em 02 de agosto na Revista Nature, descrevendo experiências em dezenas de embriões humanos que corrigiram uma mutação genética causadora da chamada cardiomiopatia hipertrófica.

Em seu artigo bioRxiv, Egli e co-autores dizem que não existe um mecanismo biológico plausível para explicar como uma mutação genética no esperma poderia ser corrigida com base na versão do gene do ovo. Eles dizem que o time de Mitalipov não conseguiu consertar a mutação e foi induzido a pensar que tinham usando um teste de genética inadequado. Egli e Jasin se recusaram a dar mais detalhes porque disseram que enviaram seu artigo à Nature. 

Mitalipov rebateu: "A crítica feita por Egli et al. não oferece novos resultados, mas, em vez disso, depende de explicações alternativas de nossos resultados com base em pura especulação ". Ele ainda disse: "Nós responderemos a suas críticas ponto por ponto na forma de trabalho revisado, por pares, em questão de semanas".

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