quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Exposição incentivada pela lei Djalma Maranhão revela identidade da cultura negra do sertão potiguar

Os primeiros retratos de pessoas negras do Rio Grande do Norte, fotografadas por José Ezelino da Costa, no início do século 20, serão apresentadas ao público, pela primeira vez, na exposição "Quando a pele incendeia a memória – Nasce um fotógrafo no sertão do século 19". 

A exposição começa nesta quarta-feira (6 e vai até 30 de setembro, no 2º piso do Natal Shopping, paralelamente ao lançamento do livro que dá nome à mostra da professora e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Almeida. 

A iniciativa conta com incentivo da Lei Djalma Maranhão, da Prefeitura do Natal. 

A exposição, que tem curadoria de Ângela Almeida e expografia de Rafael Campos e Michelle Holanda, contará com 40 fotografias. Os retratos revelam a identidade social da cultura negra e o dia a dia da região do Seridó, cuja sociedade da época era predominantemente branca, comandada por uma elite de coronéis e fazendeiros.

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