domingo, 1 de setembro de 2019

Muitos genes, com pequenos efeitos, podem desempenhar papel no comportamento sexual pelo mesmo sexo, diz estudo

Sexualidade
Embora o maior estudo até o momento sobre a base genética da sexualidade, publicado na revista Science, tenha revelado cinco pontos que estão ligados ao comportamento sexual para o mesmo sexo, Andrea Ganna, autora principal do estudo e geneticista do Broad Institute of MIT e Harvard em Cambridge, alerta: "Não existe um gene gay".
Ela analisou genomas de 500 mil pessoas e concluiu: “As variantes genéticas associadas ao comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo não podem ser usadas para prever a orientação sexual de ninguém'.

Herança
Ganna e seus colegas também usaram a análise para estimar que até 25% do comportamento sexual pode ser explicado pela genética, sendo o restante influenciado por fatores ambientais e culturais.

Tribuna do Norte, 01 de setembro

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