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O reajuste nos preços dos combustiveis anunciado pela Petrobras nessa quinta-feira (09) desagradou em muito um grupo aliado de primeira hora do governo Bolsonaro. Os caminhoneiros.

A justificativa da crise na Ucrânia não foi digerida pela categoria que está duvidosa quanto à paralisação. 

Ouvido pela Folha, Wallace Landim, liderança, disse que "foi um erro apoiar Bolsonaro". Outro caminhoneiro, Wanderlei Alves, o Dedeco, disse que o Brasil tem que parar em protesto contra o aumento dos combustíveis divulgado - de 18,8% para a gasolina, 16,1% para o gás de cozinha e 24,9% para o diesel nas refinarias.

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