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O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região confirmou sentença que reconheceu fraude na contratação de trabalhadores pelo Município de Ipanguaçu, após ação civil pública do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte.

Segundo a decisão, contratos de gestão com falsas cooperativas e organizações sociais eram usados para burlar a exigência de concurso público, inclusive com fins eleitorais.

O município e a organização Promove Ação Sociocultural foram condenados a pagar R$ 600 mil por danos morais coletivos, valor que será destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

O procurador do MPT-RN Afonso Rocha explicou os efeitos nocivos das contratações fraudulentas: "A decisão do TRT21 é muito importante, pois sinaliza que outros ilícitos administrativos e eleitorais possuem correlação com a precarização e fraudes nas relações de trabalho. Isso demonstra a importância de se perceber que a promoção do trabalho decente, além de contribuir para a preservação dos direitos sociais, protege o patrimônio público e preserva a democracia."

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