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Brasilia Sem Filtro!!!


Na criativa engenharia política de Brasília, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encontrou uma solução peculiar para identificar o “padrinho” de recursos parlamentares sem esbarrar nas restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal: enviou um ofício a si mesmo.

No documento, o senador solicita — e, ao que tudo indica, também atende — a liberação de R$ 379 milhões em emendas destinadas ao Amapá. O valor, referente a restos a pagar de anos anteriores, equivale a cerca de cinco vezes a cota anual de um senador.

Entre os projetos contemplados está uma obra de R$ 30,5 milhões executada pela construtora de Breno Chaves Pinto, investigado pela Polícia Federal.

Segundo Alcolumbre, nada de estranho: o procedimento teria sido apenas uma “exigência técnica” para dar transparência às indicações feitas quando ele coordenava a bancada do estado.

A engrenagem também contou com a colaboração de aliados. Entre eles, o ministro da Integração, Waldez Góes, indicado pelo próprio senador, e o governador do Amapá, Clécio Luís, correligionário de longa data.

O presidente do Senado garante que não interferiu na escolha das empresas responsáveis pelas obras. Afinal, em Brasília, às vezes os papéis só precisam mesmo encontrar… o destinatário certo — ainda que seja o próprio remetente.

Com informações do @notjournal.ai

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