O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu manter o resultado da votação da CPMI do INSS que abriu o sigilo fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O pedido de anulação da votação partiu da base governista.
Segundo avaliação da Presidência, no momento da votação havia 31 parlamentares com presença registrada no painel eletrônico, o que tornava necessários ao menos 16 votos contrários para que os requerimentos fossem rejeitados. Como a base governista reuniu 14 votos — número inferior ao exigido para derrubar as propostas —, foi mantida a decisão anunciada no colegiado.
A deliberação ocorreu por votação simbólica, modalidade em que os favoráveis permanecem sentados e os contrários se manifestam levantando-se.
