Fotos: Joana Lima Assecom/RN
O Assentamento Mulungunzinho, na zona rural de Mossoró, passou a contar, nesta segunda-feira (13), com a primeira lavanderia coletiva agroecológica da América Latina. A estrutura, batizada de Lavanderia Nalu Faria, homenageia a militante feminista mineira, referência na luta das mulheres trabalhadoras e na construção do feminismo popular. A iniciativa integra o projeto “Lavanderias Coletivas e Agroecológicas: mulheres camponesas construindo tecnologias sociais e práticas sustentáveis”, com foco na ampliação da autonomia feminina no campo, no acesso à água e no fortalecimento da produção agroecológica.
O equipamento reúne máquinas industriais de uso coletivo, sistema de energia solar e estação de tratamento com reuso de água — que será reaproveitada na produção agrícola local. A gestão ficará sob responsabilidade do grupo de mulheres “Decididas a Vencer”, ativo na comunidade desde 1997.
A governadora Fátima Bezerra destacou o caráter social e tecnológico da iniciativa. Segundo ela, o projeto representa mais qualidade de vida, cidadania e ampliação de direitos, especialmente para as mulheres rurais.
Já a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, ressaltou a integração entre políticas públicas e organização produtiva feminina. Ela enfatizou que o espaço também permitirá conciliar trabalho e cuidado, incluindo suporte para crianças, dentro da política nacional de cuidados.
Para as mulheres da comunidade, a conquista é coletiva. A presidenta da Rede Xique Xique, Neneide Lima, reforçou que o equipamento simboliza a divisão mais justa das tarefas de cuidado entre família, Estado e sociedade.
Moradora do assentamento, Maria Elisangela Ribeiro de Oliveira destacou o impacto direto na rotina local. Segundo ela, a lavanderia permitirá mais tempo para a produção e para a família, além de incentivar o reaproveitamento da água na agricultura.
Já a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, ressaltou a integração entre políticas públicas e organização produtiva feminina. Ela enfatizou que o espaço também permitirá conciliar trabalho e cuidado, incluindo suporte para crianças, dentro da política nacional de cuidados.
Para as mulheres da comunidade, a conquista é coletiva. A presidenta da Rede Xique Xique, Neneide Lima, reforçou que o equipamento simboliza a divisão mais justa das tarefas de cuidado entre família, Estado e sociedade.
Moradora do assentamento, Maria Elisangela Ribeiro de Oliveira destacou o impacto direto na rotina local. Segundo ela, a lavanderia permitirá mais tempo para a produção e para a família, além de incentivar o reaproveitamento da água na agricultura.
No Rio Grande do Norte, o projeto prevê a implantação de quatro unidades — em Mossoró, São Miguel do Gostoso, Ipanguaçu e Riachuelo — beneficiando diretamente 162 mulheres e cerca de 400 famílias.
Durante a agenda, também foram entregues 28 títulos de terra, sendo a maioria em nome de mulheres, além de certificados do programa Quintais Produtivos. O Estado já soma mais de 1.500 quintais implantados desde 2023.
A programação incluiu ainda a concessão do Selo Biocombustível Social à Associação Xique Xique, a inauguração de um poço com energia solar e o anúncio de recursos para o Projeto Viveiro de Mudas da Juventude.
As ações integram a política estadual de fortalecimento da agricultura familiar e de promoção da autonomia produtiva no semiárido.
Durante a agenda, também foram entregues 28 títulos de terra, sendo a maioria em nome de mulheres, além de certificados do programa Quintais Produtivos. O Estado já soma mais de 1.500 quintais implantados desde 2023.
A programação incluiu ainda a concessão do Selo Biocombustível Social à Associação Xique Xique, a inauguração de um poço com energia solar e o anúncio de recursos para o Projeto Viveiro de Mudas da Juventude.
As ações integram a política estadual de fortalecimento da agricultura familiar e de promoção da autonomia produtiva no semiárido.

.jpeg)
.jpeg)