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O ministro do STF Flávio Dino determinou apuração preliminar sigilosa para investigar o uso de cerca de R$ 2,6 milhões em emendas parlamentares destinadas a uma produtora e entidades ligadas ao filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os recursos teriam sido indicados por deputados como Mário Frias, Bia Kicis e Marcos Pollon, e estão sob questionamento após representações de parlamentares da oposição, que apontam possível desvio de finalidade e falta de transparência no uso das chamadas “emendas Pix”.

A investigação busca verificar se houve descumprimento de decisões do STF sobre regras de transparência. O caso está em fase inicial e segue sob sigilo. Os parlamentares citados negam irregularidades.

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