PF/RN
auxiliou nas investigações que resultaram na prisão dos agressores
virtuais de estudante natalense (A mesma que teve o braço quebrado no
interior de boate em Natal).
Os
dois homens presos nesta quinta-feira 23/03), pela Polícia
Federal em Curitiba/PR, e que pregavam a violência contra negros,
homossexuais, mulheres, nordestinos, nortistas e judeus, além incentivar
o abuso sexual contra menores, foram os mesmos que atentaram contra a
imagem e a honra de uma universitária natalense vítima de agressão
física praticada no final do ano passado, no interior de uma boate, em
Ponta Negra, cujas imagens divulgadas pela mídia
causaram grande indignação no país.
Os
dois criminosos agora presos pela PF, aproveitando a repercussão
nacional do caso, na época, passaram a denegrir a imagem da estudante na
internet, através do endereço eletrônico www.silviokoerich.com, cujo conteúdo era baseado em frentes racistas, homofóbicas, preconceituosas e incitadoras de bárbaros crimes
.
A
estudante, dias após o início das agressões, protocolou um pedido de
providências nesta superintendência, o que motivou a instauração de
Inquérito e consequentemente, o fato passou a ser investigado pelo Grupo de
Repressão a Crimes Cibernéticos no RN.
No
decorrer das diligências, constatou-se que havia outra investigação em
andamento por parte do Órgão Central em Brasília, tendo como objeto uma
série de outras vítimas.
Diante disso, todo o material investigativo obtido em Natal foi remetido para o Grupo de Combate aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil na Internet, da Polícia Federal no DF, somando-se às demais provas até então levantadas e, evitando-se eventual duplicidade de investigações.
Os
dois presos vão responder por crimes de incitação e indução à
discriminação ou preconceito de raça, por meio de recursos de
comunicação social (Lei 7.716/89); de incitação à prática de crime (Artigo 286 do Código Penal) e de publicação de fotografia com cena pornográfica envolvendo criança ou adolescente (Lei 8.069/90, Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA).
Com informações da assessoria de comunicação da PF
Com informações da assessoria de comunicação da PF
