O senador José Agripino também foi "agraciado" com matéria na Revista Época desta semana, intitulada de Casa as Primas.
"O Senado abriga hoje pelo menos 78 parentes – nenhum deles concursado – de senadores, suplentes, políticos influentes ou funcionários da Casa. Os salários partem de R$ 1.601,46 e podem chegar a R$ 19.194,77. As nomeações ocorrem apesar dos avanços obtidos após a famosa crise dos atos secretos, que tomou conta da Casa em 2009. Depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) vetar, em 2008, a contratação de parentes de até terceiro grau em órgãos públicos.
O campeão é o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que nomeou dois
primos: Fernando Neves Banhos, lotado em seu próprio gabinete, e Susana
Neves Cabral, que atua no escritório de apoio político do senador no Rio
de Janeiro. Susana foi casada com o governador do Rio de Janeiro,
Sérgio Cabral (PMDB).
Os outros seis senadores com primos empregados na Casa são Cícero
Lucena (PSDB-PB), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), João Vicente Claudino
(PTB-PI), José Agripino Maia (DEM-RN), Roberto Requião (PMDB-PR) e
Wellington Dias (PT-PI). Todos foram procurados por ÉPOCA para confirmar
o parentesco e eventualmente comentar a nomeação. Nenhum negou os
parentescos. Os senadores apenas repetiram que a súmula do STF não
restringe a contratação de parentes acima de terceiro grau (leia seus
nomes e cargos na tabela abaixo). A época diz que o senador potiguar emprega em seu escritório um primo distante que atende pelo nome de Ivanaldo Maia.
Em nota a impresa, a Assessoria do Senador Informa: O parentesco do servidor Ivanaldo Maia Oliveira com o Senador José Agripino é de sexto grau. (primo em sexto grau).
Pois bem!

