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A governadora Rosalba Ciarlini participou juntamente com o secretário de saúde, Isaú Vilela, de uma coletiva de imprensa para apresentar as medidas relacionadas aos 60 dias desde o decreto de calamidade na área da saúde pública. 

Ações essas que ninguém vê e não sente seu impacto prático para a população.
Primeiro, Rosalba disse que foram aplicados de R$ 12 milhões do Ministério da Saúde (MS) para reforma e equipagem de hospitais. Depois, ressaltou que "as ordens de serviços serão assinadas no início da próxima semana".
Falou também que houve o investimento de R$ 4,7 milhões do MS para criação de uma Central de Regulação Única (CRU), mas que o início da operacionalização será em outubro de 2012.

Hospital Onofre Lopes 

Outra ação que não houve implementação foi com relação a disponibilidade de 100 novos leitos de retaguarda clínica. O Plano Emergencial prevê que serão 60 leitos no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), mas que também ainda não foram implantados. Segundo Rosalba, o prazo será de 30 dias para os primeiros 30 leitos e 60 dias para os outros 30.

Abastecimento farmacêutico
Já para o abastecimento, disse a governadora que o Tesouro investirá R$ 5 milhões para garantir o provimento imediato das necessidades básicas dos hospitais da rede pública estadual. Em levantamento realizado nesta quarta-feira (5), o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel registrou o provimento de 60% de suprimentos na unidade.

Exigência do ponto eletrônico
Sobre o assunto ponto eletrônico para médicos e demais funcionários, a governadora Rosalba Ciarlini falou: "Nós precisamos que todos cumpram com seus horários e obrigações. Esse é um dever de todos os trabalhadores em qualquer instituição e na esfera pública não pode ser diferente".

O secretário de Estado da Saúde Pública, Isaú Vilela, disse que o ponto eletrônico está implantado em 90% dos relógios das unidades de saúde.

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