O número de servidores (docentes ou técnico-administrativos) em
situação irregular na Universidade Federal do Rio Grande do Norte não
coincide com o divulgado pelos veículos de comunicação externos. O
Tribunal de Contas da União (TCU) apontou indícios de situação
irregular, “não irregularidades”, frisou a pró-reitora de Gestão de
Pessoas, Mirian Dantas dos Santos.
Dos 664 indícios de irregularidades apontados pelo Tribunal de Contas
da União, quase 450 estão regulares. O restante está em análise.
A UFRN trabalha a acumulação de cargos de forma sistemática e
rotineira, contudo a impossibilidade da Universidade ter acesso aos
sistemas informacionais de outros órgãos, sejam estaduais ou municipais,
para fazer o cruzamento de informações, “fragiliza o nosso trabalho”,
afirmou a pró-reitora Mirian Dantas.
A UFRN faz as devidas notificações logo que recebe as informações do
Tribunal de Contas, mas cada servidor tem um tempo e o direito de
defesa. Mirian explicou que mesmo em casos considerados regulares pela
PROGESP, o TCU solicita que outros documentos sejam acrescentados.
