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O bombardeio
 
A Prefeitura de Parnamirim reagiu rápido as declarações da governadora Rosalba Ciarlini de que a  situação da saúde dos municípios tem contribuído para o caos no atendimento nos hospitais públicos estaduais. A Rosa inclui o não funcionamento da UPA de Parnamirim como fator que contribui para a superlotação dos hospitais estaduais.

"UPA da Cidade da Esperança era para atender 700 pacientes/dia. A UPA de Parnamirim, mais 400. Se os municípios não fazem a parte de assistência básica, termina que tudo vai para os hospitais", disse a governadora.

Prefeitura contra-ataca

 
De acordo com a Prefeitura de Parnamirim, em nota encaminhada a imprensa no inicio da tarde de hoje(05),  no convênio firmado entre os governos federal, estadual e municipal, cabe ao Estado construir e equipar a UPA de Nova Esperança em Parnamirim. 
 
É de responsabilidade da Prefeitura administrar a unidade. Entretanto, a Prefeitura não recebeu do governo o prédio equipado como prometido. "Falta licitação para a compra dos equipamentos que serão instalados na UPA"

A governadora afirmou que a Prefeitura teria demorado para responder se assumiria a administração da UPA. Parnamirim informa que,  a afirmação não condiz com a realidade. A Prefeitura, inclusive, já depositou recurso referente à contrapartida, estabelecida no acordo tripartite, o que desmente a informação da governadora. 

A prefeitura de Parnamirim entende que é prioridade a conclusão de todo o processo de construção e instalação dos equipamentos da UPA de Parnamirim para que a população tenha acesso a mais uma unidade de atendimento no município.

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