O líder do prefeito na Câmara Municipal, vereador Júlio Protásio, terá hoje (25) uma missão digamos, espinhosa: convencer os colegas a aumentar a jornada de trabalho, ou seja, reduzir o recesso de 90 para 45 dias.
De autoria da Mesa
Diretora, a proposta enfrenta resistência e, uma mostra disso é que a
presidência da Casa, vereador Albert Dickson, adiou novamente o projeto, previsto para ser
analisado ontem (24). A expectativa é que hoje a matéria seja posta
para votação.
Para ser aprovada, como altera a lei orgânica municipal, são necessários 20 votos, em duas votações, com interstício de dez dias. Os vereadores Hugo Manso (PT), Fernando Lucena (PT), Aroldo Alves (PSDB) e Luiz Almir (PV) já se manifestaram contrários a redução do recesso. “Recesso parlamentar não é férias de servidor, nem de vereador. É a ausência de sessão no plenário e nas comissões. Voto contra porque precisamos ter ação política além da tribuna”, destacou Hugo Manso.
Para ser aprovada, como altera a lei orgânica municipal, são necessários 20 votos, em duas votações, com interstício de dez dias. Os vereadores Hugo Manso (PT), Fernando Lucena (PT), Aroldo Alves (PSDB) e Luiz Almir (PV) já se manifestaram contrários a redução do recesso. “Recesso parlamentar não é férias de servidor, nem de vereador. É a ausência de sessão no plenário e nas comissões. Voto contra porque precisamos ter ação política além da tribuna”, destacou Hugo Manso.
Pois, pois.
Com informações da Tribuna do Norte
