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Uma polonesa que viveu os horrores do holocausto tinha uma meta. Encontrar o soldado que a salvou da morte em um campo de concentração nazista.
Já se passaram quase 70 anos, mas Marsha Kreuzman ainda se lembra do momento em que ela colocou os pés do lado de fora de um crematório, para a liberdade.
Kreuzman já havia perdido sua mãe, pai e irmão no holocausto, e a morte parecia inevitável, disse ela. Mas, então, um soldado americano pegou o seu corpo e a levou com segurança. Era 5 de maio de 1945.
"Eu queria beijar sua mão e agradecê-lo", disse. "Desde o primeiro dia em que fui libertada, eu queria agradecer a eles, mas eu não sabia a quem agradecer".
Desde então, agora aos 90 anos de idade, residente em Livingston, EUA, Kreuzman foi em busca de encontrar os soldados americanos que a libertaram do campo de concentração Mauthausen, até que ela conheceu Joe Barbella, há dois meses, por acaso, à época soldado da 11 ª Divisão Blindada.
Kreuzman disse que se lembra de ter deitado fora do crematório do campo quando os soldados chegaram. Ela ouviu as palavras: "Você está livre."
Reportagem do www.nj.com

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