Do El Pais
A cada semana, a organização cubano-norte-americana com sede em Miami, Solidariedade Sem Fronteiras,
recebe entre sete ou oito telefonemas de médicos cubanos que prestam
serviço na região e que querem desertar. Mais de 90% desses telefonemas
provêm da Venezuela.
Alguns, da Nicarágua e de Bolívia, e se previa que
logo poderiam aparecer os telefonemas vindos do Brasil.
Segundo os
cálculos da instituição, cerca de 5.000 médicos, enfermeiros e
terapeutas cubanos desertaram das missões internacionais na última
década. E a maioria deles veio a parar no sul do Estado da Flórida.
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