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O procurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado (MPjTCE), Luciano Silva Costa Ramos  está bombando quando o assunto é atenção com as contas públicas.  O baiano anda "ligado" nas "causas potiguares". 

Hoje (17), ingressou junto a corte de Contas do Estado com Representação com Pedido de Cautelar para que o Pleno do Tribunal suspenda o pagamento do auxílio-moradia aos membros do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte. Ele entende que o beneficio é inconstitucional.

O auxilio-moradia, criado pelo Ministério Público Estadual para, "em tese", conceder verba indenizatória aos procuradores do MP que moram fora de suas comarcas, gerou uma despesa mensal de R$ 475 mil. A previsão anual de gasto com o auxílio moradia chega a importância aproximada de R$ 3.325. milhões, considerando os sete últimos meses do exercício de 2014.

Luciano Ramos entende que o auxilio tornou-se remuneratório, já que no universo de 240 membros, 206 fazem jus à concessão do auxílio.  

A representação foi encaminhada para o conselheiro Gilberto Jales relator das contas do MPERN.

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