Informando sobre a operação israelense em Gaza, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse a israelenses estar pronto para uma guerra "prolongada".
Após três semanas de derramamento de sangue, tanto Israel quanto o Hamas estão esperando por vitórias, e um cessar-fogo permanece indefinido, apesar de um apelo do Conselho de Segurança das Nações Unidas e crescente pressão dos Estados Unidos.
Netanyahu defendeu a ofensiva aérea e terrestre de Gaza, dizendo em um discurso televisionado nesta segunda-feira, 28, que "não há guerra mais justa do que essa".
Ele disse que está defendendo os seus cidadãos contra o ataque de Gaza, bombardeando lançadores de foguetes do Hamas, locais de armazenamento de armas e túneis militares.
No entanto, há uma crescente frustração dos EUA com o número de vítimas palestinas - pelo menos 1.110 mortos e 6.450 feridos desde 8 de julho, a grande maioria civis, de acordo com as autoridades de saúde palestinas.
O Exército israelense disse que 52 soldados foram mortos, incluindo quatro vítimas de um ataque com morteiros no sul de Israel, na segunda-feira. Dois civis israelenses e um cidadão tailandês trabalhando em Israel, também foram mortos. "Vamos continuar a agir de forma agressiva e responsável até que a missão seja concluída para proteger os nossos cidadãos, os soldados e as crianças", acrescentou Netanyahu.
Com informações da NBCNews

