O crescimento da população evangélica no Brasil tem, consequentemente, proporcionado um aumento no número de políticos oriundos desse setor.
Segundo dados do IBGE 2010, o RN tem 15,4 % da população se dizendo evangélica e, em Natal, esse percentual sobe para 20,86%.
Dessa forma, cada vez mais percebe-se a presença dos "irmãos" ocupando cadeiras em parlamentos por todas as regiões.
Na eleição de 2014, pastores evangélicos de expressão nacional estão sendo solicitados a participar da disputa indicando aqueles candidatos que podem defender suas ideologias.
Albert Dickson, presidente da Câmara, foi buscar o apoio do polêmico pastor Silas Malafaia, e o ex-vereador Adenúbio Melo se valeu de R.R. Soares líder da Igreja Internacional da Graça de Deus.
Ambos já apareceram no horário eleitoral dando suas opiniões.
Mas também disputam o voto dos "crentes", o bispo Francisco de Assis, pastor Jácome e seu filho Jacó, dentre outros de "menor expressão".
Se a população cresceu, cresceu também a oferta de candidatos e cada um, nessa batalha, busca o apoio que lhe convier para se manter vivo.
Afinal de contas, política se faz com política.

