Terminamos esta semana que, como se viu, foi farta de notícias. Uma delas é a que trata do chamado auxílio-moradia aos juízes, cujo pagamento foi regulamentado pelo CNJ.
Não se nega que magistrados merecem ganhar condignamente.
Não se nega que, em regra, trabalham muito.
Não se nega.
E o que também não pode ser negado é que este benefício nada mais é do que um aumento nos vencimentos, sem qualquer vínculo com o nome, uma vez que o beneficiário pode, até mesmo, ser oriundo da própria localidade onde exerce a magistratura e, mesmo assim, receber o "auxílio".
Ora, atuar em outras comarcas, mudar com a família, faz parte do jogo. Falamos isso de cátedra.
Escolhe-se livremente a profissão, com seus ônus e bônus.
Pois bem, sendo certo, então, que estamos diante de um aumento de vencimentos, a exclusão dos inativos é uma afronta à isonomia.
Afora isso, por que não é retroativo o pagamento ?
Enfim, o que queremos dizer com esse raciocínio é que pensávamos ter acabado com esses estratagemas utilizados para camuflar aumentos em tempos de inflação galopante.
Agora, o argumento velado é a negativa do Executivo em conceder reajuste, o que iria criar uma cascata de aumentos. Sendo assim, resolveu-se, literalmente, fazer Justiça com as próprias mãos.
Não se nega que magistrados merecem ganhar condignamente.
Não se nega que, em regra, trabalham muito.
Não se nega.
E o que também não pode ser negado é que este benefício nada mais é do que um aumento nos vencimentos, sem qualquer vínculo com o nome, uma vez que o beneficiário pode, até mesmo, ser oriundo da própria localidade onde exerce a magistratura e, mesmo assim, receber o "auxílio".
Ora, atuar em outras comarcas, mudar com a família, faz parte do jogo. Falamos isso de cátedra.
Escolhe-se livremente a profissão, com seus ônus e bônus.
Pois bem, sendo certo, então, que estamos diante de um aumento de vencimentos, a exclusão dos inativos é uma afronta à isonomia.
Afora isso, por que não é retroativo o pagamento ?
Enfim, o que queremos dizer com esse raciocínio é que pensávamos ter acabado com esses estratagemas utilizados para camuflar aumentos em tempos de inflação galopante.
Agora, o argumento velado é a negativa do Executivo em conceder reajuste, o que iria criar uma cascata de aumentos. Sendo assim, resolveu-se, literalmente, fazer Justiça com as próprias mãos.
fonte:migalhas
