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O prefeito de Parnamirim, Maurício Marques, elencou as medidas administrativas que tomou para acomodar a folha de pessoal aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. O anúncio foi feito no auditório da Secretaria de Saúde que estava lotado de servidores.
Foram elas: Suspensão de 20 convênios com entidades filantrópicas; cortes em material de expediente e informática; diminuição de 30 % em horas extras; 50% em plantões extras; 50% em vales alimentações; paralisação de obras feitas com recursos próprios; suspensão de contratos com 400 estagiários e eliminação de gratificação de chefias.
Atualmente Parnamirim tem 16 secretarias, 1 procuradoria, 1 controladoria e a Fundação Parnamirim de Cultura.
Segundo o prefeito, os cortes representarão uma economia de 1 milhão e meio por mês, 18 milhões ao ano, "dinheiro suficiente para fazer a pavimentação em todo anel viário de Parnamirim", exemplificou.
Marques justificou as medidas em função da queda no FPM e ICMS. "É muito duro, mas se não fizermos não teremos condições de pagar os salários. Ainda mais agora com o aumento do mínimo".
Segundo Marques, em abril haverá nova avaliação para definir a necessidade ou não de mais cortes.

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