A Secretaria Nacional de Segurança Pública instituiu um Grupo de Trabalho (GT) para discutir e
propor medidas para o enfrentamento ao assedio moral e sexual às
mulheres nas instituições de segurança pública.
O GT terá 60 dias para elaborar uma cartilha orientativa
contendo boas práticas existentes, medidas legais e informações
sobre assédio moral e sexual, para amparo das profissionais de segurança
pública vítimas de assédio nas suas instituições.
Nas Forças Armadas brasileiras o número de mulheres militares ampliou 205% em 14 anos e hoje elas representam 7% do efetivo com 23.787 mulheres distribuídas na Marinha, Exército e Aeronáutica.

