terça-feira, 27 de abril de 2021

Governadora pede lote extra de vacinas para atender segunda dose

FOTOS: ELISA ELSIE 

A governadora Fátima Bezerra voltou a cobrar ao Ministério da Saúde (MS) celeridade no envio de mais vacinas para o Rio Grande do Norte (RN) e solicitou formalmente nesta segunda-feira, 26, ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lote extra de vacina para atender as pessoas que estão próximas do prazo de receber a segunda dose da Coronavac.

De acordo com dados parciais do sistema RN+ Vacina, o Estado precisa de mais de 20 mil doses da CoronaVac para imunizar os potiguares que já atingiram a data limite (28 dias) para aplicação da segunda dose.

"No âmbito do Estado cumprimos rigorosamente o PNI entregando as vacinas e insumos para aplicação em 24 após recebê-las. Mas alguns municípios não estão cumprindo o seu dever e criando dificuldades para a população e para a saúde pública. Isso é inadmissível", declarou a governadora.

Palavra do Ministro da Saúde
Marcelo Queiroga reforçou que "o planejado no PNI deve ser cumprido rigorosamente e esta é a forma de fazermos imunização harmônica no Brasil".

 O ministro se comprometeu com a governadora a viabilizar lote de vacinas para atualizar a segunda dose no RN e emitir nova nota técnica com os prazos para a aplicação das doses.

VACINAÇÃO
Para dar continuidade e agilizar o processo de vacinação, das 19.461 doses destinadas à Reserva Técnica, o Governo disponibilizou, no último sábado (24), 10.000 doses para distribuição entre as cidades do RN. Do total distribuído, foram entregues 2.890 doses para Natal e 840 para Mossoró. Atualmente, o RN conta com 9.461 (1%) de doses de Reserva Técnica.

Sobre este envio, a subsecretária de Gestão e Planejamento da secretaria estadual da Saúde Pública (Sesap), Lyane Ramalho, explicou que “a liberação só foi possível após reuniões com o Ministério Público e com a Câmara Técnica da Sesap”. E fez um alerta: “os municípios devem fazer a comunicação clara destas doses e as usar de acordo com as Normas Técnicas. Usar a D2 ou D1 de forma errada, ocasiona a falta da vacina.”

Com informações da ASSECOM-RN

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