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O MInistro da Economia Paulo Guedes, mais uma vez, posicionou-se contrário a aumento para servidores. Com a mobilização de diversas categorias para pressionar o governo por reajustes salariais, inclusive ameaça de greve geral, Guedes mandou mensagem em grupo de ministros e integrantes da equipe econômica alertando que os aumentos podem quebrar o país.

O teor das mensagens foi revelado pelo colunista Lauro Jardim.

O texto foi encaminhado pelo ministro na última segunda-feira (28) mostra o nível de preocupação do chefe da área econômica de Bolsonaro às vésperas de um ano eleitoral.

"Estamos em economia de guerra contra a pandemia. Quem pede aumento agora não quer pagar pela guerra contra o vírus. Já tomei minha vacina agora quero reposição de salário:não vou pagar pela guerra ao vírus", escreveu Guedes.

“Ok, se houver reestruturação de uma carreira; melhor ainda se dentro de uma reforma administrativa. Reforma administrativa corta 30 bilhões por ano poderia aumentar 10% salários do funcionalismo após a reforma, valorizando o funcionalismo atual, pois ficaria zero a zero”, ressaltou o ministro, destacando algumas palavras em letras maiúsculas, para reforçar seus argumentos.

Para ilustrar o cenário atual, o ministro citou a tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais, cujo rompimento da barragem, em janeiro de 2019, deixou mais de 300 mortos, e o ex-presidente argentino Maurício Macri, de direita, que perdeu a reeleição por causa da piora da situação econômica no país vizinho.

“Sem isto, reajuste geral para funcionalismo é inflação subindo, Brumadinho e Macri nas eleições!", afirmou.

"Temos que ficar firmes! (Do contrário, os aumentos serão igual a) Brumadinho : pequenos vazamentos sucessivos até explodir barragem e morrerem todos na lama".

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