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Todos os indicativos são de que um conflito militar entre a Russia e a Ucrânia está próximo.

Embora alguns líderes mundiais ainda acreditem em uma saída diplomática, as movimentações de tropas na fronteira entre os dois países e as declarações de lideranças dos dois lados, apontam para um cenário mais catastrófico. Infelizmente.

Enquanto alguns países como os EUA e Reino Unido já tenham tomado posição pelo lado ucraniano, a Alemanha silencia, e é cobrada. Como outras nações europeias, o país tem medo de perder o suprimento de gás russo, tão importante para a economia do continente como um todo.

Mesmo assim, Boris Johnson disse neste sábado (29) que a Grã-Bretanha está pronta para oferecer à OTAN um "grande" envio de tropas, armas, navios de guerra e jatos na Europa.

Na próxima segunda-feira (31), o emir do Catar, Sheik Tamim bin Hamad Al-Thani, vai se encontrar com o presidente dos EUA, Joe Biden, para encontrar uma solução para o abastecimento energético do continente, caso o conflito seja mesmo instaurado. Em outra frente, os ministros da Alemanha e França vão a Kiev para conversações.

Enquanto isso, a população ucraniana se arma como pode para defender seu país. 

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