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Até que o ministro das Comunicações Fábio Faria tentou… mas não conseguiu criar um fato político que anulasse o impacto da prisão do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), no último domingo, e seu reflexo na campanha de Bolsonaro (PL). Jefferson era declarado apoiador do presidente e foi preso após disparar contra agentes federais com fuzil e granada. 

A convocação de Faria, em frente ao Palácio do Planalto, narrando 150 mil inserções a mais na campanha de Lula (PT) em detrimento a de Bolsonaro, não surtiu o efeito desejado pela campanha bolsonarista. 

Os veículos de comunicação que repercutiram o fato não o mantiveram pelo tempo suficiente para apagar o crime praticado por Bob Jefferson, e que a oposição associou ao lado bolsonarista. Aliás, novos episódios estão sendo divulgados e esse assunto deve perdurar por um bom tempo mais na midia.

A propósito. Vale reproduzir abaixo o comentario do site Migalhas. 
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Martin & Lewis
Campanha de Bolsonaro apresentou ontem uma petição com suposta fraude eleitoral, mas sem nenhuma prova. A seguir, uma dupla palaciana – que deve ter bebido água em Levy Gasparian – noticiou o fato de forma estrambótica. 

Em seus devaneios, acharam que tomariam espaço na mídia e ocupariam o tempo do TSE ou dos adversários com a pseudodenúncia. Baldada tentativa, pois ganharam notinhas de rodapé nos jornais. 

O mais relevante espaço na mídia que ocuparam, de longe, foi esta migalha em nosso poderoso rotativo. Mas antes que comemorem, explicamos: fazemo-la para contar que receberam uma invertida do presidente da Corte eleitoral. 

Com efeito, ou em 24 horas apresentam provas, ou serão processados criminalmente por promover desordem prejudicando os trabalhos eleitorais (art. 296, lei 4.737/15). Caso não tenham percebido, isso não é eleição de grêmio ginasial.

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