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O julgamento sobre a legalidade das emendas de relator (orçamento secreto) divide o Supremo Tribunal Federal. Várias ações questionam a impossibilidade de identificar a origem e os beneficiários das emendas.

Cinco ministros votaram para derrubar o mecanismo de distribuição de recursos — Rosa Weber, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Outros quatro divergiram: André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes pediram mais tempo para análise, e o julgamento será retomado na segunda-feira.

Temendo perder por completo, o Congresso agora acelera votação de mudanças na lei, conferindo nova partilha na distribuição das verbas, para tentar garantir vitória no STF.

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