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 Foto: Artur Ferraz/g1
Céu Albuquerque, uma renomada ativista intersexo, lésbica, jornalista e fotógrafa, diagnosticada com Hiperplasia Adrenal Congênita (uma condição genética que afeta a produção de cortisol, influenciando o desenvolvimento sexual e a formação da genitália externa), alcançou um marco histórico ao se tornar a primeira pessoa no mundo a legalmente mudar o nome e o gênero. 

Seu nome agora será oficialmente Céu, e o campo de gênero em sua certidão de nascimento foi alterado de feminino para intersexo. 

O processo, iniciado em julho de 2021 na 2ª Vara de Família e Registro Civil de Olinda pela Defensoria Pública e pelo advogado e defensor público Henrique da Fonte, foi concluído recentemente, marcando uma vitória significativa não só para Céu pessoalmente, mas para todo o intersexo global. 

A Intersex Human Rights, sitiada na Austrália, define as pessoas Intersexo como as que têm características sexuais congênitas, não se enquadrando nas normas médicas e sociais para corpos femininos ou masculinos, e que criam riscos ou experiências de estigma, discriminação, ódio e danos.

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