Segundo a Polícia Civil, a operação nasceu a partir de uma comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que identificou inconsistências no controle de estoque e registros de dispensação do medicamento. Algumas entregas, inclusive, não eram reconhecidas pelos responsáveis legais dos pacientes, o que acendeu o alerta para possíveis fraudes.
As investigações foram conduzidas pelo Departamento de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DECCOR/LD) e, com autorização judicial, resultaram na apreensão de documentos, computadores, celulares e extratos bancários.
Além disso, a Justiça determinou o afastamento cautelar de servidores públicos que atuavam na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), medida essencial para garantir que as apurações sigam sem interferências.
A operação segue em andamento, e novas informações devem surgir à medida que o material apreendido for analisado.
