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O novo aumento do CUB no Rio Grande do Norte, divulgado pelo Sinduscon RN, acende um sinal amarelo no setor da construção civil — e, principalmente, para quem está de olho na casa própria.

Com alta de 3,61% em fevereiro, o indicador revela o que já vinha sendo sentido nos bastidores: construir está mais caro. E, como quase sempre acontece, essa conta tende a chegar ao consumidor final. Não de forma imediata ou integral, mas de maneira gradual, pressionando os preços dos novos empreendimentos.

Ainda assim, o cenário não é de mão única. O mercado imobiliário nem sempre consegue absorver esses aumentos com facilidade. Em um ambiente de demanda mais sensível, construtoras costumam recorrer a estratégias comerciais, descontos pontuais e condições facilitadas para não travar as vendas. É aí que surgem as oportunidades — para quem sabe negociar.

No fim das contas, o momento é de equilíbrio delicado: de um lado, custos em alta; do outro, um mercado que precisa continuar girando. Para o consumidor, não é exatamente o melhor dos mundos — mas também não é terreno proibido. É, sobretudo, tempo de cautela, pesquisa e boa negociação.

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