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A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, solicitou oficialmente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a abertura de uma investigação sobre o aumento repentino nos preços dos combustíveis. A medida foca em postos e distribuidoras localizados no Rio Grande do Norte, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

O pedido fundamenta-se em denúncias de sindicatos que apontam elevações nos preços de venda por parte das distribuidoras, apesar de a Petrobras não ter realizado novos reajustes em suas refinarias. A suspeita da Senacon é de que possa estar ocorrendo uma “conduta comercial uniforme ou combinada” entre concorrentes, o que configuraria infração à livre concorrência.

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