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Entre trovões e céu carregado, o Rio Grande do Norte vive dias de chuva,  daquelas que molham o chão, renovam o verde e, desta vez, chegam sem sustos maiores.

Os dados da EMPARN mostram que as precipitações alcançaram praticamente todas as regiões, com destaque para o Agreste, a região Central e o Oeste potiguar, onde os volumes chegaram perto dos 90 milímetros. Na Grande Natal, apesar de pontos de alagamento em Extremoz, a resposta rápida evitou maiores transtornos.

Mais do que números, o momento revela uma combinação favorável de fatores climáticos. A atuação da Zona de Convergência e o aquecimento do Atlântico, com temperaturas acima de 29°C, ajudam a explicar a continuidade das chuvas — um cenário típico de abril, um dos meses mais chuvosos do ano no estado.

Ainda assim, é preciso cautela. Se por um lado a chuva representa alívio térmico e hídrico, por outro, expõe fragilidades urbanas históricas, como drenagem insuficiente e ocupações em áreas vulneráveis. Por enquanto, o saldo é positivo,  mas a vigilância continua.

Chuva, quando chega no tempo certo, é bênção. Mas também é teste. E, por enquanto, o Rio Grande do Norte passa por ele com tranquilidade ,  sob nuvens carregadas, mas sem tempestades maiores no caminho.


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