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Empresários da construção civil do Rio Grande do Norte participaram, nesta quarta-feira (15), em Natal, de mais uma imersão sobre os impactos da Reforma Tributária no setor.

O encontro, promovido pelo Sinduscon-RN, destacou que a reforma vai além de mudanças de tributos e exige reestruturação estratégica das empresas, afetando contratos, operações e modelos de negócio.

A programação abordou a transição para os novos tributos (IBS, CBS e IS), além de temas como não cumulatividade, fim da guerra fiscal e impactos no mercado imobiliário.

Segundo especialistas, o principal desafio agora é a preparação das empresas, com equipes capacitadas e sistemas adequados para garantir adaptação segura ao novo modelo.

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Reforma Tributária: o que muda na prática e por que o governo defende a mudança

A Reforma Tributária foi criada com um objetivo direto: tornar o sistema de impostos no Brasil mais simples, justo e fácil de entender, tanto para empresas quanto para a população.

Hoje, o país tem vários tributos diferentes que incidem sobre consumo, como PIS, Cofins, ICMS e ISS. Cada um com regras próprias, o que gera confusão, burocracia e, muitas vezes, custos mais altos.

👉 O que a reforma faz?

Ela junta esses impostos em novos modelos, chamados IBS e CBS, criando um sistema mais unificado e com regras iguais em todo o país.

👉 O que muda na prática?Menos burocracia para empresas


Regras mais claras
Redução de impostos “em cascata” (quando se paga imposto sobre imposto)
Mais transparência sobre quanto realmente se paga

👉 E para a construção civil?


O setor, que movimenta empregos e investimentos, vai precisar se adaptar. Isso inclui rever contratos, custos e a forma de organizar os negócios.

Segundo o governo, essa mudança traz mais segurança para quem investe e ajuda no planejamento a longo prazo. A expectativa é que, com regras mais simples, o ambiente econômico fique mais estável e atrativo.

👉 Vai mudar tudo de uma vez?

Não. A transição será gradual, justamente para dar tempo de adaptação às empresas.

👉 E o consumidor?

A promessa é que, com menos distorções e mais eficiência, os custos fiquem mais equilibrados ao longo do tempo — o que pode impactar positivamente preços e serviços.

Resumo:
A reforma não é só troca de nomes de impostos. É uma tentativa de reorganizar o sistema para funcionar melhor — com menos confusão e mais previsibilidade.

Cidade Sem Filtro | www.rosaliearruda.com

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