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“Nós o pegamos”: forças especiais dos Estados Unidos realizaram uma operação de alto risco para resgatar um piloto de caça F-15 abatido em território do Irã. A informação foi divulgada pelo ex-presidente Donald Trump, que destacou o sucesso da missão apesar das condições adversas.

Segundo relatos, o aviador conseguiu evitar a captura ao subir até cerca de 7.000 pés após a ejeção, mantendo-se fora do alcance imediato das forças iranianas. A operação envolveu comandos americanos em solo e enfrentou dificuldades logísticas: as aeronaves inicialmente designadas para o resgate teriam ficado comprometidas e precisaram ser destruídas para evitar captura, exigindo o envio de novos meios para concluir a missão.

De acordo com as informações divulgadas, Israel teria contribuído com dados de inteligência, auxiliando na localização do piloto e no planejamento da operação.

No domingo, a televisão estatal iraniana exibiu imagens de uma densa fumaça preta subindo ao céu, alegando que forças locais haviam abatido um avião de transporte americano e dois helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawk envolvidos na operação de resgate.
Autoridades iranianas sustentam que a missão foi um fracasso e afirmam ter derrubado outras aeronaves americanas. Já a versão divulgada por Washington aponta para o sucesso da operação, ainda que com perdas e danos colaterais. As versões conflitantes evidenciam a escalada de tensão e a disputa de narrativas em torno do episódio.

Veja  o vídeo divulgado pelo governo de Teerã.

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