O Rio Grande do Norte entrou no radar global de forma inesperada e com força. O anúncio do projeto bilionário de hidrogênio verde em Areia Branca, apresentado durante a feira internacional em Hannover, na Alemanha, surpreendeu pelo porte e pelo simbolismo. Um estado do Nordeste brasileiro despontando como protagonista na transição energética mundial.
Representando a governadora Fátima Bezerra, o diretor do Idema, Werner Farkatt, participou da agenda ao lado de grandes investidores internacionais e do CEO da Brazil Green Energy, Fernando Vilela.
A entrega da licença ambiental, conduzida pelo governo liderado por Fátima Bezerra, não apenas viabiliza o projeto Morro Pintado, como também sinaliza maturidade institucional e segurança para investidores estrangeiros. Em um setor ainda em consolidação, sair na frente com uma autorização para uma planta comercial coloca o RN em posição estratégica.
A presença de gigantes industriais europeus e de representantes de empresas globais reforça o impacto da iniciativa. O interesse internacional revela que o potencial potiguar — especialmente em energia eólica e solar — deixou de ser promessa e passou a ser ativo competitivo concreto.
Mais do que um investimento de R$ 12 bilhões, o projeto representa uma virada de chave. O estado, historicamente associado a desafios estruturais, passa a ser visto como parte da solução global para uma economia de baixo carbono.
O destaque internacional, portanto, não vem apenas pelo tamanho do projeto, mas pelo que ele simboliza. O Rio Grande do Norte tem um novo papel no cenário energético mundial.
O impacto econômico do projeto também chama atenção.
Com investimento estimado em R$ 12 bilhões, a usina de hidrogênio verde deve impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte, gerar milhares de empregos diretos e indiretos e ampliar a arrecadação estadual.
Além disso, o empreendimento coloca o estado na rota das exportações de energia limpa, especialmente para a Europa, onde a demanda por hidrogênio verde cresce rapidamente. Empresas globais como Siemens e ThyssenKrupp Uhde já acompanham iniciativas do setor, reforçando o potencial de atração de novos investimentos.
De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética, o Brasil pode movimentar até US$ 200 bilhões em projetos de hidrogênio verde nas próximas décadas — cenário que posiciona o Rio Grande do Norte como peça estratégica nesse novo mercado global.
Além disso, o empreendimento coloca o estado na rota das exportações de energia limpa, especialmente para a Europa, onde a demanda por hidrogênio verde cresce rapidamente. Empresas globais como Siemens e ThyssenKrupp Uhde já acompanham iniciativas do setor, reforçando o potencial de atração de novos investimentos.
De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética, o Brasil pode movimentar até US$ 200 bilhões em projetos de hidrogênio verde nas próximas décadas — cenário que posiciona o Rio Grande do Norte como peça estratégica nesse novo mercado global.

