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Rio Grande do Norte não chega à Bienal da Arquitetura Brasileira apenas com um projeto , chega com a alma inteira.

No Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, o estado se apresenta como território sensível, onde arquitetura, arte e memória se entrelaçam. O projeto de Rodra Cunha, com sua Casa de Veraneio, traduz mais do que estética: revela pertencimento, paisagem e identidade.

E essa identidade ganha corpo através dos artistas que compõem esse mosaico potente da cultura potiguar. Estão presentes nomes como Abraham PalatnikAécio Emerenciano, Angela Almeida, Antônio Rosendo Lima (A.R.L.), Ariell Guerra, Azol, Carlos Sérgio Borges, Dorian Gray, Fernando Gurgel, Flávio Freitas, Iaperi Araújo, Marília Bulhões, Mocó — Mocotopia, Sônia Jácome e Vatenor de Oliveira.

Cada um, à sua maneira, carrega um pedaço do Rio Grande do Norte, seja na cor, no traço, na matéria ou na ideia. Juntos, formam uma narrativa coletiva que atravessa gerações e linguagens, reafirmando a força criativa do estado.

A curadoria de Juliana Bulhões e Manoel Onofre conduz esse encontro com sensibilidade, ampliando o diálogo entre as obras e criando uma experiência que vai além da contemplação: é vivência.

A presença potiguar se completa ainda com a gastronomia de Irina Cordeiro, a música de Roberta Sá, o poema de Anna Zêpa e a peça de design da Mula Preta, elementos que expandem a experiência e revelam um RN plural, vivo e profundamente humano.

Como lembrava Câmara Cascudo, é a terra sob os pés da alma que sustenta o caminho. E o que o Rio Grande do Norte apresenta na Bienal é exatamente isso: raiz, memória e verdade.

Não é apenas participação.
É presença que marca.

Pavilhão da Bienal — Parque Ibirapuera, São Paulo 25 de março a 30 de abril 2026

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