NOTA
O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER/RN) informa que, após reunião com representantes do sistema de transporte intermunicipal e dos trabalhadores rodoviários que atuam no estado, foi autorizado um reajuste tarifário de 4,26%.
A medida tem como objetivo recompor a defasagem dos valores praticados, com base na inflação registrada ao longo de 2025. Como contrapartida, as empresas assumiram o compromisso de evitar demissões em massa no setor.
O Governo do Estado ressalta que vem atendendo, de forma contínua, demandas dos operadores do sistema e destaca que os reajustes tarifários têm sido concedidos anualmente desde 2021.
Além disso, foi garantida a renovação da isenção do ICMS sobre o combustível, benefício que seguirá vigente até dezembro de 2026.
Cidade Sem Filtro
O roteiro é conhecido: sentam à mesa governo, empresários e trabalhadores, e quem não está presente, mas paga a conta, é o passageiro.
O reajuste de 4,26% vem embalado no discurso técnico da inflação, o que o torna difícil de contestar sob a lógica econômica. Mas a vida real não é planilha. Para quem depende do transporte intermunicipal no Rio Grande do Norte, cada centavo faz diferença no fim do mês.
A promessa de evitar demissões é importante, mas soa como moeda de troca recorrente.
O roteiro é conhecido: sentam à mesa governo, empresários e trabalhadores, e quem não está presente, mas paga a conta, é o passageiro.
O reajuste de 4,26% vem embalado no discurso técnico da inflação, o que o torna difícil de contestar sob a lógica econômica. Mas a vida real não é planilha. Para quem depende do transporte intermunicipal no Rio Grande do Norte, cada centavo faz diferença no fim do mês.
A promessa de evitar demissões é importante, mas soa como moeda de troca recorrente.
E fica a pergunta que sempre paira: quem fiscaliza? Porque, no histórico brasileiro, compromissos assumidos em mesa nem sempre chegam intactos à prática.
Por outro lado, a manutenção da isenção do ICMS sobre o combustível mostra que o governo tenta segurar uma pressão maior sobre as tarifas. Ainda assim, o modelo continua girando em torno do mesmo eixo de reajustar preços para manter o sistema de pé.
O problema é que esse “equilíbrio” parece permanente e frágil. Desde 2021, os aumentos se repetem, enquanto o usuário segue esperando algo básico, como melhoria real no serviço.
No fim, o discurso é de ajuste. A sensação, para quem está no ponto de ônibus, é de aperto.
Por outro lado, a manutenção da isenção do ICMS sobre o combustível mostra que o governo tenta segurar uma pressão maior sobre as tarifas. Ainda assim, o modelo continua girando em torno do mesmo eixo de reajustar preços para manter o sistema de pé.
O problema é que esse “equilíbrio” parece permanente e frágil. Desde 2021, os aumentos se repetem, enquanto o usuário segue esperando algo básico, como melhoria real no serviço.
No fim, o discurso é de ajuste. A sensação, para quem está no ponto de ônibus, é de aperto.
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