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Segurança Transformada

O São João de Natal atravessou as fronteiras do forró e chegou até Brasília. A festa junina promovida pela Prefeitura virou vitrine nacional ao colocar a capital potiguar entre os finalistas do 13º Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora, na categoria Turismo e Identidade Territorial.

Com o projeto “São João de Natal: a maior festa junina da história da cidade”, a gestão municipal garantiu destaque na etapa estadual e avançou para a fase nacional da premiação, que reconhece iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico e fortalecimento do ambiente de negócios.

O prefeito Paulinho Freire comemorou o feito e destacou o trabalho integrado das secretarias municipais na construção do evento. Segundo ele, além de valorizar as tradições culturais, o São João também ampliou a presença de Natal no calendário nacional de grandes eventos.

E os números ajudam a explicar o tamanho da festa. De acordo com a Funcarte, o período junino movimentou mais de R$ 180 milhões na economia local e reuniu público superior a 900 mil pessoas, aquecendo setores como turismo, comércio, bares, restaurantes, transporte e serviços.

A secretária de Cultura e presidente da Funcarte, Iracy Azevedo, afirmou que o impacto foi sentido em diferentes áreas da economia e também na geração de renda.

Enquanto o forró arrastava multidões, a economia aproveitava o embalo. Dados da Fecomércio RN apontam que eventos como Carnaval, São João e Natal em Natal movimentaram cerca de R$ 731,5 milhões entre 2025 e maio de 2026.

O secretário de Turismo, Sanclair Solon, avalia que o calendário de eventos vem consolidando Natal no circuito nacional do turismo cultural, com reflexos diretos na cadeia produtiva e na geração de oportunidades.

E o ritmo positivo aparece também no mercado de trabalho. Dados do Caged mostram que Natal respondeu por mais de 65% do saldo positivo de empregos criados no Rio Grande do Norte em março de 2026, impulsionada principalmente pelos setores de comércio, serviços, turismo, construção civil e tecnologia.

No fim das contas, o São João mostrou que, em Natal, o arrasta-pé também movimenta PIB.

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