O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte resolveu colocar a lupa em duas pesquisas do Instituto Veritá e acabou encontrando um eleitorado tão “criativo” que nem o IBGE reconheceu.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte resolveu colocar a lupa em duas pesquisas do Instituto Veritá e acabou encontrando um eleitorado tão “criativo” que nem o IBGE reconheceu.
Em decisão desta quarta-feira (13), o juiz Marcello Rocha Lopes suspendeu a divulgação dos levantamentos RN-02256/2026 e RN-04097/2026 após ação do Republicanos, que apontou distorções na metodologia. Segundo a decisão, a pesquisa apresentava uma concentração generosa de entrevistados em perfis de renda e escolaridade mais simpáticos à pré-candidatura de Álvaro Dias.
O problema é que, na hora de explicar de onde saíram os números, o instituto apresentou um verdadeiro “confia em mim”. Citou IBGE, MEC, INEP e PNADC, mas sem informar tabelas, datas ou qualquer dado que permitisse auditoria independente. Traduzindo: mandou a receita do bolo, mas esqueceu os ingredientes.
A decisão ainda destaca que o Veritá deixou de utilizar dados oficiais do TSE para composição da amostra. Resultado: a pesquisa foi parar no congelador judicial e está proibida de circular em qualquer meio de comunicação, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
Nos bastidores, a suspeita é que o levantamento tenha tentado fazer mais do que medir opinião, mas queria mesmo era dar uma “engordadinha eleitoral” no cenário.
com informações do https://www.instagram.com/rudimarramon/