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foto:sexlog
Uma pesquisa realizada pelo Sexlog, plataforma que se apresenta como a maior rede social adulta da América Latina, aponta que o interesse pelo swing é mais comum entre os brasileiros do que costuma aparecer nas conversas do dia a dia. Segundo o levantamento, sete em cada dez pessoas já consideraram experimentar a troca de casais em algum momento da vida.

De acordo com os dados, 41,8% dos entrevistados afirmam ter curiosidade sobre a prática, 28,8% dizem já ter participado ao menos uma vez e 26,4% se consideram praticantes ativos. Entre aqueles que vivenciam o swing, 31% avaliam que a experiência teve impacto extremamente positivo no relacionamento.

A pesquisa também derruba alguns estereótipos. Embora exista a percepção de que a prática seja mais comum no Sudeste, o ranking proporcional de praticantes ativos é liderado por Roraima (35,7%), seguido pelo Rio Grande do Norte (32,1%) e pela Bahia (31,6%).

Outro dado curioso envolve a idade. Apesar da crença de que os millennials concentram a maior parte dos adeptos, o levantamento mostra que o maior percentual de praticantes está entre pessoas de 55 a 64 anos, faixa em que 28,4% afirmam participar da troca de casais.

Rio Grande do Norte entre os destaques
No Rio Grande do Norte, a pesquisa revela que 32,1% dos entrevistados são praticantes ativos, índice acima da média nacional. Entre os potiguares, o principal atrativo apontado para a prática é a possibilidade de realizar fantasias, seguido pela busca por novidades e aventuras.

Os dados também indicam que a maioria acredita que a sociedade brasileira está mais aberta para discutir o tema e aponta que conversas mais francas sobre sexualidade ainda são o principal fator que falta para reduzir preconceitos.

Dia do Swing
Os números foram divulgados às vésperas do Dia do Swing, celebrado no segundo sábado de agosto. Para marcar a data, o Sexlog promoverá, em 8 de agosto, a terceira edição do Swingaço, com programação online e eventos presenciais em casas parceiras nas cidades de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Brasília e Passo do Lumiar (MA).

Segundo a empresa, a proposta é incentivar o debate sobre sexualidade, relacionamentos consensuais e liberdade de escolha, sempre com ênfase no respeito, na privacidade e no consentimento.

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