O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu ao pedido do presidente da Corte, Edson Fachin, e determinou o levantamento do sigilo do procedimento principal e de outros 14 processos relacionados ao caso Banco Master.
A decisão chega em um momento particularmente dificil para o Supremo Tribunal federal que vive uma crise interna envolvendo os desdobramentos da investigação, que alcança relações do empresário Daniel Vorcaro com autoridades e integrantes do Judiciário.
Fachin havia pedido que os processos fossem tornados públicos, preservando apenas informações cuja manutenção sob sigilo fosse considerada indispensável para não comprometer diligências em andamento. Mendonça seguiu essa orientação.
Com a decisão, documentos que estavam protegidos pelo segredo de Justiça poderão ser conhecidos, aumentando a pressão sobre os envolvidos e sobre a própria Corte.
A movimentação acontece às vésperas da sessão extraordinária do STF marcada para terça-feira (15), quando os ministros deverão analisar questões relacionadas ao caso.
No Supremo, onde transparência costuma ser uma palavra bonita nos discursos, desta vez o sigilo resolveu cair. E, pelo visto, a parte mais interessante ainda está dentro dos autos.
A decisão chega em um momento particularmente dificil para o Supremo Tribunal federal que vive uma crise interna envolvendo os desdobramentos da investigação, que alcança relações do empresário Daniel Vorcaro com autoridades e integrantes do Judiciário.
Fachin havia pedido que os processos fossem tornados públicos, preservando apenas informações cuja manutenção sob sigilo fosse considerada indispensável para não comprometer diligências em andamento. Mendonça seguiu essa orientação.
Com a decisão, documentos que estavam protegidos pelo segredo de Justiça poderão ser conhecidos, aumentando a pressão sobre os envolvidos e sobre a própria Corte.
A movimentação acontece às vésperas da sessão extraordinária do STF marcada para terça-feira (15), quando os ministros deverão analisar questões relacionadas ao caso.
No Supremo, onde transparência costuma ser uma palavra bonita nos discursos, desta vez o sigilo resolveu cair. E, pelo visto, a parte mais interessante ainda está dentro dos autos.

