ELEIÇÕES | GERAÇÕES
Vovó vota: netas transformam ida às urnas em programa de família
Campanha incentiva jovens a acompanhar as avós 70+ na eleição e transformar o voto em um encontro entre gerações
Levar a avó para votar pode ser muito mais do que uma carona até a seção eleitoral. Pode virar almoço, café, receita de família e, principalmente, uma oportunidade de aproximar duas gerações. Essa é a proposta da campanha “Vovó Vota”, que mobiliza meninas e jovens mulheres para acompanhar suas avós com 70 anos ou mais nas eleições.
A iniciativa reúne o Movimento Voto 70+, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e os coletivos Elas que Decidem e Serenas.
A criatividade é parte da proposta. O guia “Vovó Vota” sugere que netas comecem perguntando à avó se ela gostaria de companhia para votar. Depois, podem ajudar a conferir o local de votação, separar o documento, preparar a “colinha” e organizar o transporte.
E o programa não precisa terminar na urna. A sugestão é transformar o domingo de eleição em um momento especial. Dia de um almoço juntas, um café, uma receita de família ou simplesmente uma boa conversa entre avó e neta.
A campanha chama essa aproximação de “pacto entre gerações” e usa mensagens como “Neta boa é neta que defende a democracia junto com a avó” e “Se vovó vota, vovó decide”.
A mobilização também chama atenção para a participação das mulheres com mais de 70 anos. Nas eleições de 2022, segundo dados citados pelo Movimento Voto 70+, 64% delas não compareceram às urnas. Entre as barreiras apontadas estão dificuldades de mobilidade, falta de rede de apoio e a influência de familiares que, diante do voto facultativo, acabam desestimulando a participação.
A campanha propõe inverter essa lógica: em vez de dizer “você não precisa votar”, a nova geração pode perguntar “quer que eu vá com você?”
Presidenta da UBES, Roberta Pontes, de 20 anos, é uma das jovens envolvidas na mobilização nacional. Para ela, aproximar netos e avós também significa reconhecer a contribuição das gerações mais velhas para a sociedade.
O Movimento Voto 70+ é uma iniciativa cívica e apartidária que busca ampliar a participação de brasileiros com 70 anos ou mais no processo democrático.
No fim das contas, a campanha faz uma aposta simples: transformar o caminho até a urna em uma história para duas gerações contarem juntas.
A iniciativa reúne o Movimento Voto 70+, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e os coletivos Elas que Decidem e Serenas.
A criatividade é parte da proposta. O guia “Vovó Vota” sugere que netas comecem perguntando à avó se ela gostaria de companhia para votar. Depois, podem ajudar a conferir o local de votação, separar o documento, preparar a “colinha” e organizar o transporte.
E o programa não precisa terminar na urna. A sugestão é transformar o domingo de eleição em um momento especial. Dia de um almoço juntas, um café, uma receita de família ou simplesmente uma boa conversa entre avó e neta.
A campanha chama essa aproximação de “pacto entre gerações” e usa mensagens como “Neta boa é neta que defende a democracia junto com a avó” e “Se vovó vota, vovó decide”.
A mobilização também chama atenção para a participação das mulheres com mais de 70 anos. Nas eleições de 2022, segundo dados citados pelo Movimento Voto 70+, 64% delas não compareceram às urnas. Entre as barreiras apontadas estão dificuldades de mobilidade, falta de rede de apoio e a influência de familiares que, diante do voto facultativo, acabam desestimulando a participação.
A campanha propõe inverter essa lógica: em vez de dizer “você não precisa votar”, a nova geração pode perguntar “quer que eu vá com você?”
Presidenta da UBES, Roberta Pontes, de 20 anos, é uma das jovens envolvidas na mobilização nacional. Para ela, aproximar netos e avós também significa reconhecer a contribuição das gerações mais velhas para a sociedade.
O Movimento Voto 70+ é uma iniciativa cívica e apartidária que busca ampliar a participação de brasileiros com 70 anos ou mais no processo democrático.
No fim das contas, a campanha faz uma aposta simples: transformar o caminho até a urna em uma história para duas gerações contarem juntas.
