quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Presença do MPF na delação de Gutson pode indicar foro privilegiado

O ex-diretor administrativo do Idema, Gutson Johnson Giovany Reinaldo Bezerra assinou colaboração premiada com o Ministério Público do RN e o Ministério Público Federal e lhe foi autorizado pela Justiça a cumprir a prisão domiciliar.
Gutson, em contrapartida, prometeu falar tudo que sabe sobre o escândalo conhecido como Operação Candeeiro, que desviou R$ 34 milhões do órgão ambiental entre os anos de 2011 e 2015, e devolveu patrimônio adquirido com o dinheiro das fraudes.

Detalhe: a presença do Ministério Público Federal no acordo, dá pistas de que algum político com foro privilegiado possa ter sido citado na delação.

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