foto- Joana Lima
No Dia Nacional da Caatinga, a governadora Fátima Bezerra colocou o bioma no lugar que há muito tempo deveria ocupar: o centro da agenda pública.
Ao defender a criação de um fundo específico para financiar a preservação e o desenvolvimento sustentável da Caatinga, o discurso acerta no diagnóstico, investimento estruturado para um bioma que é exclusivamente brasileiro e historicamente negligenciado.
“A Agenda 2030 não é um conjunto de metas frias, mas um chamado ético e político pela vida”, afirmou a governadora, ao reforçar o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. "Esta Conferência é um ato político em defesa da democracia e dos direitos humanos! Seguiremos construindo um RN que casa vez mais não deixe ninguém para trás.", afirmou.
De fato, a Conferencia da ODS vem com a criação do Refúgio de Vida Silvestre Serra das Araras -REVIS, elevando para 13 o número de Unidades de Conservação estaduais. Um avanço relevante diante da pressão constante sobre o bioma.
Porque, no caso da Caatinga, preservar não é só uma escolha ambiental. É uma necessidade econômica, social e cultural.
