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Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) criou uma técnica inovadora para preservar embriões bovinos durante o processo de fertilização in vitro, que utiliza proteína extraída de um peixe do Ártico. A novidade pode tornar o procedimento mais acessível para produtores rurais.

Rafinha, um bezerro saudável da raça nelore, nasceu na manhã da segunda-feira (14) quando Valentina (vaca barriga de aluguel) deu à luz seu primeiro filhote, um embrião produzido in vitro a partir da pesquisa de doutorado de Rafael Artur da Silva Junior, com o título: “Avaliando os efeitos das proteínas anticongelantes na viabilidade de embriões bovinos produzidos in vitro vitrificados”, com auxílio de Raquel Dessenzi, estudante do curso de Medicina Veterinária e bolsista PIBIC.

Ao G1PE, o professor André Mariano Batista, orientador da pesquisa, destacou a praticidade da técnica. “Por ser prático, por ser fácil, não exigir os equipamentos que costumam ser caros e a proteína mostrou essa capacidade de preservar com qualidade, por manter a qualidade desse embrião que é produzido in vitro e levar a gestação a termo”, comentou.

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