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A CPMI do INSS não vai acabar este ano, segundo disse o seu presidente senador Carlos Viana (Podemos-MG). A comissão deve se estender até fevereiro e março de 2026. Entre as justificativas dadas pelo presidente, a necessidade de se analisar um o grande volume de documentos que ainda precisa de checagem.

Hoje, a CMPI está ouvindo o ministro chefe da Controladoria Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho.

Na próxima semana, na segunda-feira (06), a CPMI tem agendado o depoimento do empresário Fernando Cavalcanti, apontado como ex-sócio do advogado Nelson Wilians Rodrigues, cuja prisão preventiva foi aprovada nesta quinta-feira pela CPMI.

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