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Militares israelenses voltaram a agir contra iniciativas civis de solidariedade à Palestina. Nesta quarta-feira (1º), interceptaram os primeiros navios da Flotilha Global Sumud, que seguia em direção às costas de Gaza, e detiveram seus tripulantes, segundo relatos divulgados pela agência Sputnik.

A flotilha, formada por quase 500 pessoas de 46 países, buscava denunciar e romper o bloqueio imposto por Israel, considerado por críticos e organizações internacionais um ato de punição coletiva e de caráter genocida contra a população de Gaza.

Horas antes da abordagem, as forças israelenses divulgaram um vídeo em que a Marinha ameaça as embarcações por se aproximarem de uma área arbitrariamente “bloqueada”. A ativista Yasemin Acar, integrante da flotilha, declarou ao canal PressTV que os participantes tinham certeza de que Israel tentaria cortar as comunicações. Ela reforçou que qualquer ataque contra os barcos se enquadra como crime de guerra.

De acordo com o jornal Yeni Safak, drones israelenses foram vistos sobrevoando as embarcações civis antes da interceptação — um indício do clima de intimidação imposto pelo Exército contra uma iniciativa pacífica e internacionalmente apoiada.

Com informações 
Leonardo Sobreira/Brasil 247 

NOTA: A ativista Greta Thunberg está entre os detidos, mas os militares israelenses disseram que "ela e seus amigos" estão bem.

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