A Venezuela informou que negocia a venda de volumes de petróleo aos Estados Unidos, em meio a uma grave crise política após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas. O presidente Donald Trump afirmou que o governo interino liderado por Delcy Rodríguez pode entregar até 50 milhões de barris de petróleo - que seriam vendidos a preço de mercado e os recursos controlados por Washington - como parte de um plano de transição em três fases anunciado por Washington.
Repressão se intensificou
Apesar da saída de Maduro, a situação interna do país se agravou. Segundo o New York Times, a repressão aumentou, com forças de segurança invadindo ônibus, revistando celulares e interrogando cidadãos em busca de indícios de apoio à captura do ex-presidente. Paralelamente, a Venezuela decretou sete dias de luto nacional pelas mortes de militares em ataques dos EUA, enquanto Cuba e Caracas divulgaram listas com 55 militares mortos.
O cenário expõe um país em transição forçada, marcado por tensão social, repressão interna e forte ingerência internacional, levantando preocupações sobre direitos humanos e estabilidade política.
