Enquanto muita cidade ainda tenta descobrir onde fica o botão do Wi-Fi da prefeitura, Natal vai desembarcar em Brasília para falar de inovação pública, startups e tecnologia na Marcha dos Prefeitos. A capital potiguar será destaque nesta quarta-feira (20), durante a programação da Arena Sebrae, levando cases que mostram como o município vem tentando trocar a velha burocracia pelo “modo startup” de gestão.
Representando a Prefeitura, o secretário da Sepae, Arthur Dutra, vai apresentar experiências implantadas em Natal e discutir como startups podem ajudar a resolver problemas históricos da administração pública, uma missão ousada, considerando que até impressora de órgão público às vezes entra em crise existencial.
A participação nacional reforça o momento vivido pela cidade no setor de inovação. Segundo dados do Sebrae, o RN já soma 677 startups ativas e crescimento acima de 21% no segmento. E boa parte dessa engrenagem gira em Natal, impulsionada pelo Instituto Metrópole Digital, da UFRN.
A gestão municipal vem apostando no discurso da “cidade inteligente”, com programas como o Natal Inova, desenvolvido em parceria com a Funpec e o Parque Tecnológico Metrópole Digital. A ideia é aproximar startups da prefeitura para criar soluções nas áreas de educação, gestão urbana e serviços públicos.
Outro movimento da prefeitura foi reduzir ISS para empresas instaladas em ambientes de inovação, numa tentativa de atrair investimentos e consolidar Natal como polo tecnológico nordestino.
A Sepae também coordena o programa Catalisa Gov, em parceria com o Sebrae RN, que prepara o lançamento do primeiro edital de Compra Pública de Solução Inovadora (CPSI). A prefeitura quer abrir espaço para contratar soluções criadas por startups ao invés de seguir dependendo exclusivamente dos modelos tradicionais.
A Sepae também coordena o programa Catalisa Gov, em parceria com o Sebrae RN, que prepara o lançamento do primeiro edital de Compra Pública de Solução Inovadora (CPSI). A prefeitura quer abrir espaço para contratar soluções criadas por startups ao invés de seguir dependendo exclusivamente dos modelos tradicionais.
Arthur Dutra resume o momento como uma oportunidade de projetar Natal nacionalmente. E, pelo visto, a capital quer mostrar que também sabe falar a língua da inovação.
